E pensava ela, será que é isso que acontece, com os verdadeiros amores, será essa a sina deles? Que não acabavam ela sabia. Mas, afinal, o que se fazia com eles? Será que finalmente havia descoberto o segredo? Ficavam ali guardados esperando apenas um pouco de cuidado, de atenção... assim como acontece com as plantas, floresciam novamente, assim que cuidados? Sabia que havia amado de verdade, pelo menos umas três vezes na vida, mas só um deles tinha se prometido ser para todo o sempre. Lamentou. Mas, será que só aquele merecia ser para todo o sempre? Resolveu levá-los os três consigo para todo o sempre e quanto mais viessem. Sabendo que sempre apenas um deles seria o presente, os outros sempre passado ou quem sabe, futuro. O mais importante estava com ela sempre. O próprio amor.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Um velho, tão vivo amor...
Inventado ou vivido por
Aline
às
quinta-feira, novembro 25, 2010
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4 comentários:
Muito bom seu texto.
:)
BjO.
Obrigada!
=)
Ameeeeei...Muito bom!
Ironicamente tô revivendo um amor do passado
(muito tesno ter dado de cara com esse texto logo agora).A diferença é que, no texto parece tudo tão mais simples (ou não). Não vou me prolongar muito se não daqui a pouco tem um post nos teus comentários..Parabéns e beijinho!
Verdade, Dan, muitas vezes as coisas "não são tão" simples como no texto.
Ah! e pode se sentir a vontade, nos meus comentários, tah?
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