"Amo-te enfim, de um calmo amor prestante E te amo além, presente na saudade. Amo-te, enfim, com grande liberdade Dentro da eternidade e a cada instante."
Ah, se eu pudesse me arrumar por dentro, tudo calminho nas gavetas.
O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre.
Falta apenas o golpe da graça que se chama paixão.
Alguém que busca o equilíbrio, por querer experimentá-lo, apenas para confirmar sua tese, que diz que viver só tem graça se for aos extremos. Talvez por não saber viver de outro jeito.
2 comentários:
Quanto amor... [2]
O amor que sinto.
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